Estudo 7h por dia em casa, mas estou sem cursinho e vou prestar para a UNESP de Guará. Será que é pouco a carga horária comparando com os cursinhos. Será que devo estudar mais ou está bom para passar no vestibular?
Olá.. tem alguem de Dracena ae??
é que eu sou estudante da Unesp de Presidente Prudente, mas eu gostaria de prestar vestibular em Dracena e eu queria saber se lá tem moradias, como é a estrutura da Cidade, enfim.. se alguem puder me ajudar eu agradeço!!!
Pra estudar pro Vestibular, peguei uma prova da Unesp de 2009, mas tem algumas questões de física que eu não consegui resolver.
O número delas são: 42, 43, 45 e 46
Vou colocar a pergunta 42 aqui:
42. Segundo a Biblioteca Virtual Leite Lopes,
“O calor de combustão de um combustível é a quantidade de calor que 1 grama de substância produz, ao ser completamente queimada.”
(www.prossiga.br/leitelopes/)
O calor de combustão do carvão vegetal pode ter valores muito variáveis, mas um valor médio bem aceito é 3,0•10⁷ J/kg. Nesse caso, sabendo-se que o calor específico da água é 4,2•10³ J/(kg•°C), e supondo que não haja perdas, a massa de carvão que, completamente queimada, fornece a quantidade necessária para elevar a temperatura de 1,0 kg de água de 28 °C à fervura (100 °C), em gramas, é aproximadamente de:
(A) 600.
(B) 300.
(C) 150.
(D) 50.
(E) 10.
Tudo o que eu sei é a resposta, que é a alternativa (E)
Mas como eu poderia resolver esse exercício?
Um novo levantamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário, mostra que o governo federal destina a cada ano, mais verbas para cursos universitários exclusivos aos sem-terra.
Eis os números:
2003 – 1,7
2004 – 3,1
2005 – 5,1
2006 – 6,3
(em milhões de reais)
- O investimento do governo nesse tipo de curso cresceu 270% em quatro anos.
Para entrarem numa universidade pública, os sem-terra prestam um vestibular próprio, com apenas questões que envolvem o conhecimento da cartilha do MST.
Eis algumas das diferenças entre um curso universitário feito sob medida para assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e os demais. As aulas, sejam elas da faculdade de geografia ou pedagogia, começam com uma espécie de encenação teatral durante a qual os sem-terra fazem conclamações à luta contra as classes dominantes. As disciplinas são definidas em assembléias nas quais os alunos têm cadeira e direito a voto. Foi numa dessas reuniões que se decidiu incluir o espanhol no currículo de um curso de letras na Bahia. Os assentados reivindicavam aprender o idioma a pretexto de melhorar a comunicação com os “companheiros” dos países da América Latina. Entre as matérias que só eles têm, uma das descritas com maior entusiasmo é história dos movimentos sociais, que “narra a luta pela terra” desde o Brasil colônia. O calendário local também segue uma lógica própria. O 7 de Setembro, em que se celebra a independência do Brasil, foi transformado no “dia dos excluídos”. Adoram-se – dentro e fora da sala de aula – Che Guevara e Karl Marx. Por tudo isso, esses cursos de ensino superior, exclusivos dos sem-terra, se distinguem dos oferecidos no restante do país.
Há, no entanto, dois fatos surpreendentes que os tornam semelhantes aos demais. Eles ocorrem em algumas das melhores universidades públicas do país, entre elas a Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Estadual Paulista (Unesp). E, como qualquer outro curso de ensino superior, também concedem aos estudantes diploma de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Já são dezesseis universidades públicas que oferecem graduação exclusiva aos assentados. É isso mesmo: elas aceitam apenas sem-terra. Segundo o ministério, o governo patrocina cursos do gênero nas áreas de pedagogia, geografia, letras, história e direito.
Ensinar aos sem-terra uma visão dogmática do mundo já é por si só um problema, mas o quadro piora porque a catequese marxista se dá em universidades públicas – com patrocínio do governo. Segundo o livro A Política de Formação de Quadros, febre literária nos assentamentos do movimento, “quem não forma quadros dificilmente atinge seus objetivos estratégicos na revolução”.
É sempre bom saber que mais gente chega à universidade no Brasil. O problema, neste caso, é que ela está servindo a uma causa anacrônica – e não se presta ao papel fundamental de preparar jovens para atuar numa sociedade moderna.
A meta do MST ao levar assentados à academia, afinal, é preparar gente para combater “o sistema” (aquele mesmo que os está bancando), e eles tratam abertamente do assunto.
Hipocrisia? Onde? Eu não sei de nada companheiro!
Vou fazer o curso de Ciências Biológicas, nos vestibulares da UNIP, UFSCAR, FUVEST e UNESP.
Tô preocupado demais, galera, vcs não tem noção….
P.S.: Caso alguém também vá fazer vestibular este ano, diga para qual universidade irá prestar e qual o curso desejado, só por curiosidade…
Falou!!!!!!!
…para ingressar no Ensino Superior???? Terminei o E.M este ano, 2008, e completei 17 anos em julho…e por indecisão, acabei não me inscrevendo em nenhum vestibular, exceto um da UNESP no meio do ano (apenas como treineiro)…por isso, gostaria de saber se ano que vem, já com 18 anos, estarei muito velho para prestar um vestibular, e, com sorte, entrar numa Universidade (já com 18,5 anos nas costas)…poor favor!!!
esse mes eu prestei vestibular para a unesp em Assis, interior de SP, e eu gostaria de saber dos moradores de lah ou de alguem qua a conheça se eh uma boa cidade para se viver.
sabe o q tem de bom? tem mtos moradores? etc
por favor me ajudem…
abraços
qual a materia q vc tah estudando p os vestibulares ..(fatec , unesp) elabore ..
Na parte específca do vestibular da UNESP as questões são da forma analítico-expositiva. Já a de conhecimentos gerais são objetivas (de X).
Fiz o concurso da Unesp hj e vi um detalhe no gabarito que ja está disponível no site http://www.unesp.br/vestibular/
e tenho uma dúvida. “O QUE SIGUINIFICA ÍNDICE DE ABSTENÇÂO” está la que é de 13,8%
Vaaalleeewww pela ajudaaa